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Adana Twins


O duo hamburguense Adana Twins – formado pelo enérgico Take It Easy e o certinho Freezo – uniu-se devido a uma paixão compartilhada à comida turca e groovin house music.

 

Estiveram sobre os holofotes da maioria dos dj charts no último ano, liderando os rankings do Beatport e Resident Advisor de forma grandiosa. Seu hit “Juicy Fruit” surpreendeu os amantes fiéis do deep house, alcançando suporte de artistas dos mais variados gêneros.

 

O sucesso inesperado de seu EP “Everyday” resultou em uma agenda repleta de turnês internacionais, um punhado de novos remixes, massiva atenção da mídia, assim como uma festejada residência no clube Ego, do emblemático Solomun.

 

Seu mais novo sucesso “Reaction”, que traz os belos vocais da brasileira Daniela Caldellas (Digitaria), já ocupa posições respeitáveis nos sites de venda especializada e nesse contexto a dupla volta ao Brasil para mais uma turnê arrebatadora!

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Aninha


“Quem é essa ‘petite’? Som maravilhoso.”
Laurent Garnier
“Mixagens incríveis!”
Luciano
“A melhor dj do Brasil.”
Loco Dice
O endosso de lendas da música eletrônica só confirma o que todo mundo já sabe: quando o assunto são as djs brasileiras, Aninha está no topo da lista. A carreira de Aninha começou na região hoje celebrada como “a Ibiza brasileira”. Há mais de uma década, no entanto, tudo era diferente no litoral norte de Santa Catarina.

 

Loucamente apaixonada por música – por definição própria – ela abriu mão da faculdade de marketing (“sem pensar duas vezes”) para se dedicar a sua verdadeira vocação: presentear as pessoas com momentos especiais e inesquecíveis através de profundas viagens musicais, com grooves elaborados e linhas de baixo hipnotizantes. Nessa época, início do ano 2000, os tempos eram outros. Basta a lembrança de como se consumia música para concluirmos que, sim, muita coisa mudou.

 

Para comprar discos, por exemplo, os djs tinham que viajar até São Paulo, ou, os privilegiados, a Londres. De sua Itapema natal, Aninha nunca deixou a distância ser um impeditivo para corer atrás do seu sonho. “Todo dinheiro que eu ganhava, era para comprar discos. Na época, como a internet era muito lenta, eu ligava para as lojas em São Paulo e ouvia as faixas pelo telefone”, lembra. Descoberta em 2003 em uma festa em Curitiba, em pouco tempo já ocupava o posto de dj residente do Warung Beach Club, que iniciara um ano antes uma incrível trajetória que marcaria a história da cultura club brasileira para sempre. Aninha é parte dessa e de outras histórias.

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ANTONELA GIAMPIETRO

Para Antonela Giampietro, música é orgânica. É algo que vive e respira, sussurrando a partir de todos os cantos do globo. Como artista, ela tem procurado expressar essa profundidade e liberdade em seu trabalho. Da Argentina para o Brasil, seus sets captaram os ouvidos de caçadores de talentos e amantes de música em toda a América do Sul. Balanceando suas atividades como DJ residente do Club Vibe, juntamente com a produção de seu primeiro álbum, Antonela tem dedicado sua vida a explorar a música e emoção, temperando tudo com um grande senso de estilo.
Nascida em Buenos Aires, a ovem sereia iniciou sua canção há aproximados 10 anos, refinando sua técnica como DJ primeiramente, e agora coletando experiências como produtora, com releases na Frequenza Limited e King Street Sounds. Influenciada pelo jazz de Coltrane e orientada pelos pioneiros de sua época, ela passou a estudar piano e composição. Como com inúmeros verdadeiros artistas, seu trabalho árduo reflete tanto uma habilidade nata quanto paixão. “Música não é um momento em minha vida, é um estilo de vida”, diz ela. Essa atitude tenaz a levou a se apresentar em locais como Pacha e Bahrein – onde ela foi a principal atração recentemente – além dos warm ups para estrelas como Soul Clap e Felix Da Housecat.
Seu espírito colaborativo é um elemento chave em seu sucesso, e seu trabalho com a renomada artista Aninha é uma prova disso. Conhecidas como side_a, suas produções trazem um mix complementar do mais puro house com algo mais introspectivo e mental. Suas produções tem recebido suporte de artistas como Luciano, Dubfire e Slam entre outros, e seu próximo lançamento está muito bem cotado, com profunda carga emocional, batidas e energia crua.
No estrelado mundo dos DJs atuais, alguém deve questionar as motivações de um artista
Eles estão buscando a fama? Fortuna? Fãs? Para Antonela a resposta é clara – só a música importa e a forma como ela conecta as pessoas. Uma embaixadora da cena sulamericana, ela se destaca por seu gosto maduro, como atravessa os gêneros e humores com facilidade e graça única. Uma constante buscadora, ela vasculha o mundo atrás das mais poderosas experiências musicais, que ela compartilha com seu público de tempo em tempo.

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Dake

Música é sentimento. Para quem a ouve e para quem a faz. Despertar as mais virtuosas sensações em quem a recebe, porém, exige de um artista não somente a sua intuição, mas uma série de mecanismos reais, palpáveis. São técnicas que tiram as ideias do campo da abstração. O paranaense Dake é um desses raros talentos a carregar a combinação perfeita entre feeling e know-how.

 

Trompetista desde os 5 anos de idade, ele cresceu ouvindo o pai tocar piano e clarinete na sala de casa. Sempre esteve rodeado por música erudita, até encontrar, pela primeira vez, a música eletrônica, aos 11 anos. Precoce – ou seria prodígio? – em todos os seus contatos musicais, Dake começou a tocar como DJ aos 14. “Por incrível que pareça, naquela idade já sabia que era isso que queria para a minha vida”, ele conta.

 

O tino para a produção, que chegou tão logo quanto a discotecagem, não poderia ter sido mais natural. A vontade de entender a música como ela é, um todo integrado por múltiplos fragmentos, já vinha das partituras com as quais lidava desde pequeno. Hoje prestes a tirar sua Licenciatura em Música, Dake é um verdadeiro mestre de harmonias e artesão perspicaz de linhas melódicas memoráveis. Sua música exala sensibilidade, mas é, ao mesmo tempo, robusta, destemida, potente.

 

Tal competência sonora é percebida nos quatro cantos do planeta: seja em colaborações com o sul-africano Lazarusman, em lançamentos pelo selo Natura Sonoris, do espanhol Henry Saiz, nas parcerias com outros dois prodígios paranaenses, HNQO e Fabø, em releases pelo DFTD, da Defected Records, ou nos inúmeros elogios que já recebeu de admiráveis como Russ Yallop e Tigerskin, Dake prova a cada dia que está com os dois pés seguros na longa estrada do triunfo artístico.

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DASHDOT


(Dançar é simples)

 

Comunicação não deveria ser algo complicado. Um traço e um ponto: fundamentos do código Morse, a base do braile. Com esses dois símbolos, incontáveis estórias têm sido contadas e tamanha simplicidade está no núcleo da arte de Dashdot. Enquanto esses músicos empregam habilidades técnicas e ouvidos experientes, eles acreditam que dançar é algo natural e universal como um círculo e uma linha. Sobre esses alicerces, o duo vem assombrando charts internacionais com sua música única, melódica e acima de tudo eminentemente dançante.

 

André Guarda e Felipe Flora não se conheceram nas aulas de piano quando eram crianças. Ambos nascidos no interior, foram iniciados no mercado da música através da gravadora Movida Records, quando ainda estavam no ensino médio. Permaneceram desconhecidos um para outro até a mudança para São Paulo, onde foram conectados por uma paixão mútua pela música, e um toque do destino. Dashdot foi lançado em fevereiro de 2012 no D-Edge, um dos melhores e mais renomados clubes do Brasil.

 

Desde cedo chamando atenção dos holofotes internacionais, sua música rapidamente ganhou suporte de pesos pesados como Hot Since 82, Thyladomid, Andre Crom, Betoko, Matt Fear, S.K.A.M. entre outros. Seu hit “Stepping Into My Mind” permaneceu nos charts do Beatport durante várias semanas, seguida de sua igualmente impressionante “Paradise” que saiu pela Cream Couture Records. Pensando a frente, lançaram seu próprio selo PopArt – outro título que reflete sua visão de música acessível porém elegante. Primeiramente direcionada a artistas nacionais como Thomaz Krauze e Gabe, Dashdot desde então direcionou sua gravadora a uma entidade global, recrutando novos artistas através dos continentes.

 

Artistas, produtores e donos de selo, os membros do Dashdot se tornaram candidatos primordiais a gigs ao redor do mundo. Depois de ter tocado em alguns dos melhores clubes brasileiros, seus passaportes estão sendo preenchidos rapidamente com carimbos nas Américas e Europa, incluindo a grandiosa Magna Carta em Londres ao lado de nomes como Droog, Clive Henry e Franck Roger. Como verdadeiros músicos, a jovem dupla emprega um poderoso set up ao seu live, com Felipe criando as percussões enquanto André constrói as melodias. Seus shows nunca se repetem.

 

Expandindo seus horizontes dia após dia, a estrela do duo está ascendendo firmemente, com lançamentos vindouros em gravadoras como Chill Mint Music, Off Recordings e Frequenza Limited. Conforme ganham exposição, também ganha o Brasil. O sucesso desses garotos talentosos reflete neles próprios e em sua terra natal, trazendo ainda mais atenção à efervescente cena brasileira. Só podemos imaginar o que o futuro reserva, uma vez que André e Felipe – ou simplesmente Dashdot – continuam a cimentar seu lugar entre os mais prolíficos nomes no mundo da dance music.

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FABO


Dizem que sintetizadores têm sonhos. Eles sonham em serem sintonizados em novas combinações, em serem controlados por alguém com paixão e criatividade. Tudo isso é verdade, pois foi mostrado a Fabø em um dos seus próprios sonhos. Enquanto ele dormia e tinha visões de uma vida passada, repentinamente sentiu o chamado do sintetizador, o deslumbre do compressor e o suave brilho da tela do computador clamando por sua presença.
Um novo dia amanhece. Com um bumbo e claps firmes, Fabø está pronto para ambos, construir e reconstruir belas canções. Suas raízes se encontram nos poderosos acordes e fragilidade emocional de Joy Division e New Order. Dessas origens seu próprio destino e criatividade começaram a dar frutos. No centro, uma linha de baixo poderosa, à esquerda, sintetizadores assombrosos e à direita, algo desconhecido, mas melódico e cativante.

 

Esse é o caráter de Fabø. Música eletrônica que nem é tão estranha, nem tão familiar. Percussões incisivas e e grooves sólidos movem os pés dos ouvintes, enquanto vocais intrigantes encontram espaço em seus corações. Fabø é fiel ao seu processo criativo, como indivíduo ou como parte da dupla Rolldabeetz. Sua relação com os instrumentos não é entre homem e máquina, mas simplesmente de uma frequência à outra.
Sua música característica fez de Fabø um embaixador da cena house brasileira. Suas residências nos Clubs Vibe e Warung Beach Club – reconhecidos pela DJ Mag como uns dos melhores clubs do mundo – levou sua música a milhares de ouvidos e novos adeptos. Gravadoras internacionais tomaram notícia de seu trabalho e o colocaram em companhia de grandes artistas, em selos como Nurvous, Stranjjur, Electronique e sua própria Playperview.

 

Jovem na idade, experiente em seu coração, Fabo está liderando uma revolução. O Brasil o conhece, e agora é hora de todo o mundo também.

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GABE


A música eletrônica está repleta de artistas de apenas um hit, atrelados a determinado tempo e espaço e nunca mais vistos novamente.

 

Gabe não é um deles. Um dos produtores pioneiros em seu país de origem, o Brasil, ele tem vitalizado toda uma nação de dançarinos desde o final dos anos 90. Seus primeiros sucessos vieram de nomes e gêneros diferentes, os quais ele abandonou em favor de um chamado mais verdadeiro. Essa mudança consciente é evidência de sua abordagem – implacável, envolvente e versátil. Gabe mantém uma fluência maliciosa de dark techno, envernizado de baixos acessíveis, vocais e batidas house dançantes.

 

Gabe não é um tipo que descansa sobre seus próprios louros. Apesar de ter sido indicado como um dos DJ Mag Top 50 sob uma diferente alcunha, ele mudou sua marca registrada e seu estilo de produção há quase uma década, para refletir novos interesses. Seu estilo varia entre deep house a 2-step, indie-dance, techno e mais nos últimos oito anos. Grandes gravadoras e artistas tomaram nota – Sasha o convidou para remixar duas músicas lançadas em seu selo emFire, e seus últimos lançamentos em alicerces da house music como Off Recordings e Defected lhe trouxeram fama ao redor do globo. Ele também traz uma atitude focada à suas gigs, construindo live sets dinâmicos, musicais e tudo, menos ordinários.

 

Como a maioria dos artistas de vida longa, o trabalho de Gabe é multifacetado. Enquanto viajando e tocando em mecas da dance music como o Warung Beach Club (Brasil), Bar25/Katerholzig (Alemanha) e festivais em locais tão remotos quanto a Austrália, ele também administra o selo Zero Eleven Music, apresentando proeminentes novos artistas a partir de seu QG em São Paulo. Esse elemento de retribuição à comunidade é algo precioso para Gabe. “Estou sempre aprendendo” diz ele sobre sua paixão pela colaboração. “Aprender primeiro para mim, e depois trocar experiências com novos artistas, é uma das coisas que mais gosto de fazer”.

 

Com incomparável dedicação, um currículo de dar inveja, e energia suficiente para viajar continentes, Gabe vê um futuro brilhante para a música eletrônica. Olhos firmes no horizonte como artista solo, membro do eminente duo Velkro e dono de gravadora, esse homem ocupado não planeja descansar tão cedo.

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Gustavo Bravetti

Eu sinto a multidão se conectando comigo, respondendo à minha mensagem.
Gustavo Bravetti – músico, inventor, mágico. Munido de seu característico chapéu e ostentando tecnologia, ele é um performer como nenhum outro no mundo da dance music. Para Bravetti, um live act é mais que tocar para o público – é a chance de encantar, fascinar e hipnotiza-los. Por mais de duas décadas é o que ele vem feito, da Loveparade ao Kazantip, e hoje, o futuro desse artista inovador parece mais promissor do que nunca.

 

Um pioneiro no campo de controladores alternativos, Bravetti demonstra sua paixão por conexão e interação. Em seus shows, ele brinca com a audiência, mudando sons com um aceno de mão, ou com o dobrar de seus dedos em sua famosa luva MIDI, antes de mergulhar em batidas implacáveis. Essa magia é possível graças a sua incansável preparação; em alguns casos Bravetti teve que criar sua tecnologia especializada. Essa expertise o levou a trabalhar como designer para a Native Instruments, e colaborador para os softwares da Ableton Live.

 

Porém, todas essas realizações são secundárias a seu amor fundamental pela música e arte. Inspirado em sua juventude por Kraftwerk e Jean Michel Jarre, Gustavo seguiu um caminho pioneiro em seu país natal Uruguai, eventualmente encontrando seu caminho entre os mais influentes produtores de seu tempo. Seu remix para o clássico “Greece 2000″ foi selecionado pela Mid-Town Records como um destaque do álbum de retrospectiva dos 10 anos da gravadora em 2008, enquanto outros trabalhos autorais apareceram nas compilações da Pacha Ibiza e selos proeminentes dos EUA e Europa. Como um artista que não descansa sobre seus louros, sua track “Mosquito” acabou de ser lançada pela grandiosa Spinnin Records, e tocada a exaustão pelo mestre Richie Hawtin.

 

Com essas conquistas, e 23 anos de elogios musicais em suas costas, Gustavo Bravetti continua tão empolgado para criar quanto quando começou. A tecnologia atual abriu portas que ele somente imaginava no final dos anos 90, quando aprendia inglês sozinho para compreender os manuais dos sintetizadores da época. Agora, ele cria sua própria tecnologia e os implementa à frente de milhares de pessoas. Sempre desenvolvendo seu show e sua música, a mágica de Bravetti continua, e seu amor pelo seu trabalho está fundido a todos os elementos de sua vida.

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HNQO


HNQO cresceu nas ruas de Curitiba como um famoso breakdancer, guiado pelas vozes de Kool Herc e Grandmaster Flash.

 

Pouco tempo depois, ele passou a criar habilmente camadas de hit hats para batidas cheias de groove e vocais com um toque suave mas ameaçadora. Sua música toma conta de você da cabeça aos pés, com ganchos insolentes e ritmos infecciosos. Mais do que um músico, HNQO é um intérprete do passado, fundindo elementos de hip hop, jazz e outros gêneros em seu estilo muito próprio de deep house.

 

Hoje HNQO (ou Henrique, como é conhecido para os amigos) é uma das jovens estrelas em rápida ascensão na música eletrônica. Graças a estes sucessos, HNQO foi descoberto pelo inimitável Russ Yallop, e suas faixas são lançadas pela Hot Creations entre outros selos. Além disso, a marca própria de HNQO, Playperview, está vendo o sucesso internacional. Por quê? Porque a alegria e energia contagiante deste jovem talento permeia tudo o que faz, a partir de suas produções flutuantes, cheias de recursos para a pista de dança, e seus sets extremamente dançantes.

 

HNQO traz o funk, soul, e uma dose completa de realismo ao seu talento musical. Com EPs de destaque já lançados e uma série de outros ainda por vir, ele está pronto para abraçar o mundo.

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Nastia


A bela ucraniana Nastia tem sido aclamada como a grande revelação de 2013 por ninguém menos que o mestre Dubfire. Entretanto seu envolvimento com o mercado da música começou em 2006, quando foi contratada pelo festival Kazantip como DJ residente e também produtora de seu programa de rádio na famosa Kiss FM, que perdura até hoje sob a alcunha de Propaganda, também o nome do selo comandado por ela.

 

Seu estilo é inconfundível e por mais que tenha se aventurado no universo das produções, é diante das pick ups que Nastia mostra o melhor de si: mixagens seguras, sensibilidade na escolha do repertório e uma visível influência techno tornam seus sets experiências únicas de entrega e conexão entre artista e pista de dança.

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Philip Braunstein


O DJ e produtor Philip Braunstein, peça chave da trajetória da música eletrônica brasileira nesta década, selou volta à região Sul do País com polivalência e maturidade. Marca disso é ter assumido, em 2009, a produção musical do Life is A Loop, maior show nacional de eletrônica. Por conta da aliança firmada, Philip fixou residência em Florianópolis, dedicado a operar a maquinaria do trio, formado por Fabrício Peçanha, Leozinho e Rodrigo Paciornik.

 

Experiente e versátil, Philip dedicou os últimos três anos à produção de trilhas para publicidade. Antes de rumar para Santa Catarina, ganhou ao lado do compositor Hilton Raw – dono de uma das principais produtoras de som para publicidade do Brasil – alguns dos prêmios mais disputados do setor, tais como o Leão do Festival de Publicidade de Cannes e o Colunistas.

 

Com a propaganda, exercitou a habilidade de produzir estilos musicais diversos, para além da eletrônica, o que já pode ser apreciado em seu trabalho junto ao Life is a Loop, com quem remixou “Seis e Trinta”, da banda Jota Quest. Philip conquistou prêmios não só na publicidade. O gaúcho participou da trilha-sonora do aclamado filme Cidade de Deus, indicado a quatro estatuetas do Oscar em 2003.

 

Com a paulista Paula Chalup, sua parceira no projeto, fundou ainda o selo Special Series, representado pela distribuidora holandesa Triple Vision. Ao longo dos seis anos que passou em São Paulo, integrou a residência dos sábados do saudoso Lov.e Club e foi celebrado por veículos como MTV e Folha de S. Paulo, além de revistas especializadas em eletrônica no Brasil e no exterior, tais como Jockey Slut, DJ Mag, Beatz e Volume 1.

 

Além da rotina no estúdio montado na Praia de Jurerê Internacional, o portoalegrense voltou a discotecar Brasil afora, com uma mistura bem dosada entre techno e house. Produtores como Carl Craig, Âme, Martin Buttrich e Henrik Schwarz têm frequentado o case de Philip, que assume toca-discos com a propriedade de quem subiu aos palcos de megaeventos como Skol Beats e Brasília Music Festival. Pioneiro na fusão entre discotecagem e live PA no Brasil, Philip conquistou ainda elogios de artistas como Carl Cox, Laurent Garnier e Jeff Mills lançando pelos selos Superbra, G-force, Dark House Music e Patterns, dentre outros.

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Rolldabeetz


Soundman Pako e Fabo formaram o projeto em 2006 com a intenção única de fazerem boa música sem se preocupar com o alvo. O tiro foi bem dado e acabou agradando tanto o Underground como o Mainstream.
Hoje são residentes do Club Vibe, além do Festival Multicultural TribalTech. Na pista o som vai de acordo com a vibe do dance floor, mas sempre priorizando a inteligência e avanguarda da musica eletrônica, sem se limitar a rótulos.
O trabalho do Rolldabeetz vem sendo acompanhado e já é reconhecido por Dj’s e Produtores renomados. Lançaram o Ep E=MC2 pelo selo Presslab dos italianos do Presslaboys e este foi um dos mais vendidos do selo no Beatport. Tambem já lançaram pelo selo brazuca, Inminimax e recentemente pela Tropical Beats.

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SOUNDMAN PAKO


Dizem que ele foi o responsável pelo início do movimento hip hop nas pistas, outros, o acusam de ser o pioneiro da cultura Eletrônica Underground em Curitiba PR.
Fundador de uma das bandas de rock que marcaram época nos anos 80, se lançou depois como DJ, enveredando por caminhos que foram do hip hop à música eletrônica. Já tocou ao lado dos Ratos de Porão e também com DJs de ponta em festivais como XXXPerience e Tribaltech. Ou seja, se reinventar e buscar inovações no campo da música é mesmo sua especialidade.

 

Pako é referência na cena musical e underground curitibana desde 1985, quando formou a banda de rock Abaixo de Deus, na época com 17 anos. O quarteto fazia uma pioneira fusão de hip-hop e outros estilos com metal. Com o grupo, tocou em festivais ao lado de Ratos de Porão, Cólera, Defalla, Volkana e muitos grupos significativos do circuito alternativo brasileiro. Ocuparam a vanguarda do rock local naqueles anos, uma época onde bandas penavam para conseguir gravar e divulgar sua música.

 

O início da carreira como DJ foi tocando com fitas-cassete no bar Ponto G, casa underground que marcou época na cena curitibana, em 1990. Pako também foi o primeiro DJ residente do Circus Bar, outro ponto que marcou história na cena alternativa em Curitiba. Em seguida, manteve residência em diversas casas que estiveram na linha de frente na inovação musical, como Syndicate e Club Ajax. “Me sinto muito feliz em estar numa cabine de DJ tocando seja para 200 pessoas, num club, ou para 15.000, num festival. Isso é maravilhoso, quando artista e público estão na mesma sintonia”, conta Pako.

 

Pako possui uma sonoridade múltipla, com diversas influências ao longo da carreira. Depois da banda de rock, discotecou os mais diversos gêneros. Atualmente trabalha na Mundo Livre com três programas diferentes – o Blacktie (de rap e R’n’B), Hot Stuff (e-music) e Midnite Lounge (rare grooves e lounge). Antes disso, já havia atuado nas rádios Estação Primeira e 96Rock.

 

O DJ também passou por várias edições de grandes festivais, como XXXPerience Curitiba, X Demente e Skol Beats CWB. Entre 2003 e 2004, foi residente do Club Vibe. Em 2006, formou com Fabø o Roldabeetz, com quem participou de diversos festivais, como Tribaltech, no qual vem tocando em todas as edições. Com este projeto também voltou a ser residente do Club Vibe em Curitiba.

 

Soundman Pako é hoje também – ao lado de Fabø e HNQO – proprietário do selo Playperview que conquista reconhecimento mundial a cada novo lançamento.

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Touchtalk

Original, versátil e contemporâneo: o projeto TouchTalk é formado por dois talentosos produtores brasileiros que ao decorrer de suas carreiras decidiram se unir para criarem juntos novas ideias em formato de música. Suas produções são o peso da sua marca, facilmente reconhecida e aceita pelo público.

 

Djs desde 2004 , Gabriel e Estevão se conheceram em 2009 , onde deram inicio em suas produções. Recebendo ótimos feedbacks por vários admiradores do estilo, passaram a aumentar o ritmo das produções, e em 2012 unificaram a dupla “Truati & Gabriel Castro” no projeto TouchTalk. A aceitação se reflete em sucessos como : “Got to Go” presente a mais de meses no topo de vendas da gravadora Zero Eleven (dos DJ’s e produtores Gabe, V.O.R, e Thomaz Krauze). A música também esteve durante um mês do top geral na categoria Tech-House.

Freaking” foi o primeiro release de 2015 pela norte americana Incorrect Music, gravadora referencia em musica underground com base em Chicago, tendo lançado artistas como: Solomum, Hot Since82, Vanilla Ace, Ramon Tapia, Lutzenkirchen, Whebba entre outros. Em menos de dez dias após o lançamento, Freakin” já se encontra no ranking de vendas no gênero Tech-house, e despertou atenção de artistas como Luigi Rocca e Marco Lys, onde ambos utilizaram em seus charts recentes. Esta é apenas uma mostra do que a dupla prepara para o ano de 2015.

 

Artistas como Amine Edge & Dance, Booka Shade, Kolombo, Joyce Muniz, Kyle Watson , Du Serena, Gabe, ,Luigi Rocca, Marco Lys, Vintage Culture, Matt Fear, Marcello V.O.R entre outros, dão suporte a dupla utilizando suas musicas em seus dj sets e podcasts ao redor do globo.

 

Donos de um vasto repertorio musical que semanalmente se renova, Touchtalk possui uma proposta inovadora de live set, procurando constantemente trazer novas ideias em suas apresentações. Diante das fortes referências que os influenciam e os admiram, é possível imaginar o futuro promissor desses talentos que passam de revelação nacional a headline dos principais eventos do país.

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Velkro

Gabe pode ser considerado um dos grandes pilares da produção eletrônica nacional, abrindo as fronteiras internacionais para nossos talentos e provando ano após ano, sua vontade e dedicação para manter-se entre os grandes.

Como a maioria dos artistas de vida longa, o trabalho de Gabe é multifacetado. Enquanto viajando e tocando em mecas da dance music como o Warung Beach Club (Brasil), Bar25/Katerholzig (Alemanha) e festivais em locais tão remotos quanto a Austrália, ele também administra o selo Zero Eleven Music, apresentando proeminentes novos artistas a partir de seu QG em São Paulo. Apesar de ter sido indicado como um dos DJ Mag Top 50 sob uma diferente alcunha, ele mudou sua marca registrada e seu estilo de produção há quase uma década, para refletir novos interesses.

Nessa nova fase, juntou-se ao já consolidado DJ e produtor Marcello V.O.R. para formar o duo Velkro. V.O.R. atua na cena desde 1994 e, além de sua experiência dirigindo pistas de danças por todo o mundo, estudou engenharia de áudio por dois anos no renomado instituto SAE em Londres, assim possibilitando trazer suas raízes de techno e garage para fundir ao som característico do projeto.

Juntos são vistos como um dos mais promissores times de produção nacional com lançamentos em gravadoras como D-Edge Records, Sprout, PopArt e Miami Underground.

 

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AGENDA 2015

SOBRE NÓS

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A 24bit é um coletivo de amigos e grandes colaboradores para o desenvolvimento da cultura da música eletrônica no Brasil.

Trabalhando como uma agência de gerenciamento artístico, nós buscamos pessoas curiosas, talentosas e de mente aberta, cujas ideias ressoem com nossos próprios objetivos. Nós pretendemos apresentar um trabalho concreto e profissional, como o gosto, personalidade, amor e dedicação que tem sido desenvolvido pelo grupo até o presente momento.

NOSSO ENDEREÇO

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R. Cel. José Carvalho de Oliveira, 1612 Curitiba/PR – Cep 81570-160

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