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Adana Twins


O duo hamburguense Adana Twins – formado pelo enérgico Take It Easy e o certinho Freezo – uniu-se devido a uma paixão compartilhada à comida turca e groovin house music.

 

Estiveram sobre os holofotes da maioria dos dj charts no último ano, liderando os rankings do Beatport e Resident Advisor de forma grandiosa. Seu hit “Juicy Fruit” surpreendeu os amantes fiéis do deep house, alcançando suporte de artistas dos mais variados gêneros.

 

O sucesso inesperado de seu EP “Everyday” resultou em uma agenda repleta de turnês internacionais, um punhado de novos remixes, massiva atenção da mídia, assim como uma festejada residência no clube Ego, do emblemático Solomun.

 

Seu mais novo sucesso “Reaction”, que traz os belos vocais da brasileira Daniela Caldellas (Digitaria), já ocupa posições respeitáveis nos sites de venda especializada e nesse contexto a dupla volta ao Brasil para mais uma turnê arrebatadora!

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Aninha


“Quem é essa ‘petite’? Som maravilhoso.”
Laurent Garnier
“Mixagens incríveis!”
Luciano
“A melhor dj do Brasil.”
Loco Dice
O endosso de lendas da música eletrônica só confirma o que todo mundo já sabe: quando o assunto são as djs brasileiras, Aninha está no topo da lista. A carreira de Aninha começou na região hoje celebrada como “a Ibiza brasileira”. Há mais de uma década, no entanto, tudo era diferente no litoral norte de Santa Catarina.

 

Loucamente apaixonada por música – por definição própria – ela abriu mão da faculdade de marketing (“sem pensar duas vezes”) para se dedicar a sua verdadeira vocação: presentear as pessoas com momentos especiais e inesquecíveis através de profundas viagens musicais, com grooves elaborados e linhas de baixo hipnotizantes. Nessa época, início do ano 2000, os tempos eram outros. Basta a lembrança de como se consumia música para concluirmos que, sim, muita coisa mudou.

 

Para comprar discos, por exemplo, os djs tinham que viajar até São Paulo, ou, os privilegiados, a Londres. De sua Itapema natal, Aninha nunca deixou a distância ser um impeditivo para corer atrás do seu sonho. “Todo dinheiro que eu ganhava, era para comprar discos. Na época, como a internet era muito lenta, eu ligava para as lojas em São Paulo e ouvia as faixas pelo telefone”, lembra. Descoberta em 2003 em uma festa em Curitiba, em pouco tempo já ocupava o posto de dj residente do Warung Beach Club, que iniciara um ano antes uma incrível trajetória que marcaria a história da cultura club brasileira para sempre. Aninha é parte dessa e de outras histórias.

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Antonela Giampietro

Para Antonela Giampietro, música é orgânica. É algo que vive e respira, sussurrando a partir de todos os cantos do globo. Como artista, ela tem procurado expressar essa profundidade e liberdade em seu trabalho. Da Argentina para o Brasil, seus sets captaram os ouvidos de caçadores de talentos e amantes de música em toda a América do Sul. Balanceando suas atividades como DJ residente do Club Vibe, juntamente com a produção de seu primeiro álbum, Antonela tem dedicado sua vida a explorar a música e emoção, temperando tudo com um grande senso de estilo.
Nascida em Buenos Aires, a ovem sereia iniciou sua canção há aproximados 10 anos, refinando sua técnica como DJ primeiramente, e agora coletando experiências como produtora, com releases na Frequenza Limited e King Street Sounds. Influenciada pelo jazz de Coltrane e orientada pelos pioneiros de sua época, ela passou a estudar piano e composição. Como com inúmeros verdadeiros artistas, seu trabalho árduo reflete tanto uma habilidade nata quanto paixão. “Música não é um momento em minha vida, é um estilo de vida”, diz ela. Essa atitude tenaz a levou a se apresentar em locais como Pacha e Bahrein – onde ela foi a principal atração recentemente – além dos warm ups para estrelas como Soul Clap e Felix Da Housecat.
Seu espírito colaborativo é um elemento chave em seu sucesso, e seu trabalho com a renomada artista Aninha é uma prova disso. Conhecidas como side_a, suas produções trazem um mix complementar do mais puro house com algo mais introspectivo e mental. Suas produções tem recebido suporte de artistas como Luciano, Dubfire e Slam entre outros, e seu próximo lançamento está muito bem cotado, com profunda carga emocional, batidas e energia crua.
No estrelado mundo dos DJs atuais, alguém deve questionar as motivações de um artista
Eles estão buscando a fama? Fortuna? Fãs? Para Antonela a resposta é clara – só a música importa e a forma como ela conecta as pessoas. Uma embaixadora da cena sulamericana, ela se destaca por seu gosto maduro, como atravessa os gêneros e humores com facilidade e graça única. Uma constante buscadora, ela vasculha o mundo atrás das mais poderosas experiências musicais, que ela compartilha com seu público de tempo em tempo.

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Bleeping Sauce

Já diziam alguns dos maiores gênios da arte: criatividade é trabalhar com suas próprias limitações. A evolução artística legítima se encontra no desafio constante de seus próprios limites. Eli Iwasa e Marco AS – ela DJ, e ele produtor musical – são mestres nas funções que ocupam. Na longa estrada de suas sólidas carreiras, aprenderam a dominar com destreza rara os elementos-chave de suas ocupações: técnica e sensibilidade. A fim de se manterem vívidas, no entanto, almas destemidas se orientam espontaneamente em direção ao inexplorado. Eli e Marco fazem parte desse grupo. No Bleeping Sauce, eles não apenas experimentam com novos sons, mais com novas capacidades: Marco toca com uma gama de novos instrumentos, diferentes daqueles que dominava ao integrar o projeto Click Box, e Eli se aventura em sua própria voz, cantando com habilidade letras escritas pelos dois.

 

Essa busca pelo novo se traduz em uma explosão de inspiração: melodias, ritmos e letras nascem naturalmente, límpidos, refletindo o momento presente prolífico da dupla. Desde o primeiro ensaio juntos, a sinergia foi instantânea: vindos da mesma escola musical de synth-pop e pós-punk que reúne New Order, Depeche Mode e The Cure, Eli e Marco encontraram, um no outro, a companhia musical perfeita. A sincronia da dupla é evidente, tangível em sua música, palpável na presença dos artistas. Essa autenticidade foi rapidamente sentida em suas imediações: logo de início, o Bleeping Sauce lançou, pelo selo Warung Recordings, um EP com remix de Gui Boratto. O contraste entre experiência musical e propensão ao inexplorado resulta em uma performance legítima, pura, que apenas aqueles que a presenciam podem compreender.

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Boghosian

Linguagem. Segundo o dicionário Houaiss, significa “qualquer meio sistemático de comunicar ideias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais.” Alguns artistas encontram nas palavras escritas seu meio de expressão mais eficaz. Outros, extrovertidos, usam a língua falada. Há também aqueles que obedecem sua memória visual, e encontram no design ou no modo de se vestir a melhor forma para se comunicar com o mundo. Paulo Boghosian, por sua vez, fala a língua da pura música. Sua percepção sonora é límpida, tornando o som quase tangível em cada uma de suas apresentações: é com uma música intensa, enérgica e destemidamente íntegra, que ele se comunica com o seu público. A pista, por sua vez, responde invariavelmente à altura.

Tal sensibilidade é a maior constante de Boghosian. Enquanto o hype faz nascer alguns e sumir outros no trajeto do tempo, ele mantém sua carreira inabalável há 17 anos. Sua linguagem, forte, sofisticada e ao mesmo tempo sensível, é admirada por todas as tribos. Pudera: mestre de sua identidade sonora, ele se comunica, em qualquer club e em qualquer horário da noite, com seu próprio idioma, inconfundível. Sua destreza, porém, não reside apenas em cultivar essa personalidade artística singular. Boghosian sabe como poucos dosar nuances, os altos e baixos que o fazem um DJ apto a capitanear o início, o auge e o fim de uma soirée. Não é à toa que, ao longo de seu percurso, ele foi escolhido, por três vezes, como “Melhor DJ do Brasil” no prêmio da revista Cool Magazine.

Seja em suas residências no club Warung e na festa Colours, em suas produções solo lançadas por selos como DFTD (Defected), AIA-D e SUDD ou em remixes para artistas como Marco Resmann, Boghosian mantém-se fiel ao seu senso apurado, propagando ininterruptamente aquilo que faz de melhor: a música pela própria música.

 

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Dake

Música é sentimento. Para quem a ouve e para quem a faz. Despertar as mais virtuosas sensações em quem a recebe, porém, exige de um artista não somente a sua intuição, mas uma série de mecanismos reais, palpáveis. São técnicas que tiram as ideias do campo da abstração. O paranaense Dake é um desses raros talentos a carregar a combinação perfeita entre feeling e know-how.

 

Trompetista desde os 5 anos de idade, ele cresceu ouvindo o pai tocar piano e clarinete na sala de casa. Sempre esteve rodeado por música erudita, até encontrar, pela primeira vez, a música eletrônica, aos 11 anos. Precoce – ou seria prodígio? – em todos os seus contatos musicais, Dake começou a tocar como DJ aos 14. “Por incrível que pareça, naquela idade já sabia que era isso que queria para a minha vida”, ele conta.

 

O tino para a produção, que chegou tão logo quanto a discotecagem, não poderia ter sido mais natural. A vontade de entender a música como ela é, um todo integrado por múltiplos fragmentos, já vinha das partituras com as quais lidava desde pequeno. Hoje prestes a tirar sua Licenciatura em Música, Dake é um verdadeiro mestre de harmonias e artesão perspicaz de linhas melódicas memoráveis. Sua música exala sensibilidade, mas é, ao mesmo tempo, robusta, destemida, potente.

 

Tal competência sonora é percebida nos quatro cantos do planeta: seja em colaborações com o sul-africano Lazarusman, em lançamentos pelo selo Natura Sonoris, do espanhol Henry Saiz, nas parcerias com outros dois prodígios paranaenses, HNQO e Fabø, em releases pelo DFTD, da Defected Records, ou nos inúmeros elogios que já recebeu de admiráveis como Russ Yallop e Tigerskin, Dake prova a cada dia que está com os dois pés seguros na longa estrada do triunfo artístico.

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Dashdot


(Dançar é simples)

 

Comunicação não deveria ser algo complicado. Um traço e um ponto: fundamentos do código Morse, a base do braile. Com esses dois símbolos, incontáveis estórias têm sido contadas e tamanha simplicidade está no núcleo da arte de Dashdot. Enquanto esses músicos empregam habilidades técnicas e ouvidos experientes, eles acreditam que dançar é algo natural e universal como um círculo e uma linha. Sobre esses alicerces, o duo vem assombrando charts internacionais com sua música única, melódica e acima de tudo eminentemente dançante.

 

André Guarda e Felipe Flora não se conheceram nas aulas de piano quando eram crianças. Ambos nascidos no interior, foram iniciados no mercado da música através da gravadora Movida Records, quando ainda estavam no ensino médio. Permaneceram desconhecidos um para outro até a mudança para São Paulo, onde foram conectados por uma paixão mútua pela música, e um toque do destino. Dashdot foi lançado em fevereiro de 2012 no D-Edge, um dos melhores e mais renomados clubes do Brasil.

 

Desde cedo chamando atenção dos holofotes internacionais, sua música rapidamente ganhou suporte de pesos pesados como Hot Since 82, Thyladomid, Andre Crom, Betoko, Matt Fear, S.K.A.M. entre outros. Seu hit “Stepping Into My Mind” permaneceu nos charts do Beatport durante várias semanas, seguida de sua igualmente impressionante “Paradise” que saiu pela Cream Couture Records. Pensando a frente, lançaram seu próprio selo PopArt – outro título que reflete sua visão de música acessível porém elegante. Primeiramente direcionada a artistas nacionais como Thomaz Krauze e Gabe, Dashdot desde então direcionou sua gravadora a uma entidade global, recrutando novos artistas através dos continentes.

 

Artistas, produtores e donos de selo, os membros do Dashdot se tornaram candidatos primordiais a gigs ao redor do mundo. Depois de ter tocado em alguns dos melhores clubes brasileiros, seus passaportes estão sendo preenchidos rapidamente com carimbos nas Américas e Europa, incluindo a grandiosa Magna Carta em Londres ao lado de nomes como Droog, Clive Henry e Franck Roger. Como verdadeiros músicos, a jovem dupla emprega um poderoso set up ao seu live, com Felipe criando as percussões enquanto André constrói as melodias. Seus shows nunca se repetem.

 

Expandindo seus horizontes dia após dia, a estrela do duo está ascendendo firmemente, com lançamentos vindouros em gravadoras como Chill Mint Music, Off Recordings e Frequenza Limited. Conforme ganham exposição, também ganha o Brasil. O sucesso desses garotos talentosos reflete neles próprios e em sua terra natal, trazendo ainda mais atenção à efervescente cena brasileira. Só podemos imaginar o que o futuro reserva, uma vez que André e Felipe – ou simplesmente Dashdot – continuam a cimentar seu lugar entre os mais prolíficos nomes no mundo da dance music.

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Do Santos

Este gaúcho nascido em Uruguaiana, após morar durante algumas temporadas em Córdoba, na Argentina, voltou para suas origens e atualmente reside em Porto Alegre.

Com apenas 29 anos, chegou a um patamar que poucos profissionais brasileiros alcançaram na cena eletrônica mundial.

Em 2008, depois de dois anos de intenso trabalho como DJ por todo o território argentino, ele produziu sua primeira track, “Menina”, lançada pelo selo espanhol Acktivism Recordings, que chegou a Top 3 Minimal Beatport (maior e mais importante site de vendas de track na cena eletrônica mundial). A track “Menina” foi selecionada por Richie Hawtin , o “papa” da música eletrônica mundial, como uma de suas música favorita no ano de 2009. No mesmo ano, Do Santos foi considerado por revistas especializadas européias como um dos produtor Sul –Americano do momento.

Sua segunda track, “Osi”, entrou entre as 20 faixas de minimal mais vendidas no ano de 2009. Toda essa repercussão como produtor lhe rendeu trabalho no mundo inteiro. Entre 2009 e 2011, esteve tocando em lugares como Rex Club, em Paris (reconhecido como Club místico, no qual o primeiro e único DJ residente é o Laurent Garnier); La Lemite, em Le Mans na Franca; Festa de Sant Joan, em Barcelona ; W, em Punta del Este; Coco Maya, em Playa delCarmen, México (foi atração junto com Satoshi Tomiie e Guy Gerber);
El Túnel, em Assunção no Paraguai, Piso 30 em Bogotá, Colômbia.

Levou sua música por países como Portugal, Uruguay, Chile, Bolívia, Brasil, Argentina, Panamá, entre outros.

Alcançou também reconhecimento de DJs e Produtores mundialmente famosos, passando a fazer parte dos Charts e Setlists de DJs consagrados como Richie Hawtin, Layo Bushwacka, Tim Xavier, Djuma Soundsystem, Alex Celler, Milk & Sugar, DJ PP, Logiztik
Sounds, Syke ‘N’ Sugarstarr, Alex Kenji, Uto Karem, Julio Navas & David Amo, Ahmed Sendil, Umek, 2000 and One, Format B Prok & Fitch entre outros.

Em 2011 Do Santos produziu novas tracks, entre elas a “Noti Verisi”, lançada pelo consagrado selo Hotfingers do Alex Kenji e do Manuel de Lá Máre chegando ao Top #1 Beatport Tech House e Top #11 Geral no e a ” No Comprendo” chengando ao TOP# 14 Beatport Tech House!

Mais isso não para por ai, Somente em 2013 Do Santos emplaco mais 3 Hits No Top 100 Tech House Beatport, The Lost Track chegando al #9, What we want #53 e Only Bass Chegando ao #14 das mais vendidas no mundo.

Do Santos é o Label Owner da Santos Music!

Labels/Gravadoras por onde lançou: Suara Music, Ministry Of Sounds, Hotfingers, Great Stuff, CR2 Records, 303Lovers, Santos Music, Avenue Records.

Do Santos reached a level that not many brazillian professionals did in the electronic music scene.In 2008 he produced his first single, “Menina”, launched by the spanish label Acktivism Recordings, and hit Top 3 Minimal Beatport (bigger and most important electronic music sales website). “Menina” track was in almost all 2008/09 sets oh the electronic music “pope”, Richie Hawtin!

In that same year, Do Santos was considered by european specialized magazines as one of the top south american producers of the moment.All this reverberation as producer got him jobs all over the world. Between 2009 and 2011 he playes in places like Rex Club, Paris (recognized as mystical Club, where the first and only resident DJ is Laurent Garnier); La Lemite, Le Mans in France; Sant Joan party in Barcelona; Coco Maya in Playa del Carmen, Mexico; El Túnel in Assunción, Paraguay; Piso 30 in Bogotá, Colombia. He took his music to countries like Portugal, Uruguay, Chile, Bolivia, Brazil, Argentina, between others.

He also reached recognition from internationally famous DJs and producers, starting to be part of the Charts and Setlists of enshrined DJs like Richie Hawtin, Pete Tong, Sharam, Layo Bushwacka, Tim Xavier, Chus & Ceballos, Dosem, David Penn, Coyu, Roger Sanchez, Stefano Noferini, Uto Karem, Julio Navas & David Amo, Ahmed Sendil, Umek, Format B Prok & Fitch, Cedric Gervais, between others.

In 2011/2012/2013, Do Santos produced new tracks, between them the new “Noti Veriri”, getting to Top #1 Beatport Tech House and Top #11 General. “No Comprendo” getting to Top #14 Beatport Tech House, What we want #53 Tech House, Only Bass #14 Tech House and My Bassline Friend getting to Top #1 tech house Beatport.

Still in 2013 Do Santos played in one of the bigger electronic music events in Brazil, Skol Sensation, to more than 45.000 people, and in Green Valley (number 1 Club in the world).

Do Santos is the label owner of Santos Music!

 

Labels: Suara Music, Ministry Of Sounds, Hotfingers, Great Stuff, CR2 Records, 303Lovers, Santos Music

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Eli Iwasa

Repertório rico e mixagem hábil fazem bons DJs. Mas nesta constelação de apaixonados musicais que dão as caras atrás das cabines do universo, existem pontos luminosos que brilham mais forte. Eles são focos de luz pulsante, atraem galáxias inteiras por onde passam. Aqueles que os veem tocar são embriagados por sua cintilância, sem saber ao certo por quê – e quando menos esperam, percebem seus corpos a se mover involuntariamente, seus olhos fecharem-se de tempos em tempos e, sob um torpor musical coletivo, sorrisos abrindo em seus rostos. Autênticos comandantes de suas naves espaciais, esses DJs que fascinam multidões têm, além de técnica e pesquisa musical intensa, uma rara dádiva celeste: eles escutam com sinceridade extraordinária a própria intuição. São mestres das sensações, causadores de reações, conectam-se com outros seres com facilidade surpreendente.

Há 15 anos movendo pistas nesta e em outras galáxias, Eli Iwasa é uma DJ completa. Seu senso apurado a leva não somente a compreender seu público, mas a uma renovação musical constante e afinada com o seu tempo astral. Ela é atual, mas sem jamais abandonar suas referências – como esquecer sete anos conduzindo a noite Technova, no estelar Lov.e Club. Recentemente, seu desejo de expressão artística a levou a criar a banda Bleeping Sauce ao lado de Marco A.S. (ex-Click Box). Lá, ela canta suas letras, em meio a kicks de techno e a guitarras que reverberam os tempos em que passava seus dias na Galeria do Rock, em São Paulo, procurando por lançamentos de pós-punk e synthpop – quem sabe, um novo disco pirata ou a última raridade recém chegada do Japão.

 

Assim como Patti Smith e PJ Harvey, mulheres fortes que são suas inspirações de vida, Eli é multiforme: artista sideral, empreendedora sócia do Club 88, em Campinas, e curadora de seu programa de rádio. Uma jornada rumo ao infinito, que irradia energia reluzente por onde passa.

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Fabø


Dizem que sintetizadores têm sonhos. Eles sonham em serem sintonizados em novas combinações, em serem controlados por alguém com paixão e criatividade. Tudo isso é verdade, pois foi mostrado a Fabø em um dos seus próprios sonhos. Enquanto ele dormia e tinha visões de uma vida passada, repentinamente sentiu o chamado do sintetizador, o deslumbre do compressor e o suave brilho da tela do computador clamando por sua presença.
Um novo dia amanhece. Com um bumbo e claps firmes, Fabø está pronto para ambos, construir e reconstruir belas canções. Suas raízes se encontram nos poderosos acordes e fragilidade emocional de Joy Division e New Order. Dessas origens seu próprio destino e criatividade começaram a dar frutos. No centro, uma linha de baixo poderosa, à esquerda, sintetizadores assombrosos e à direita, algo desconhecido, mas melódico e cativante.

 

Esse é o caráter de Fabø. Música eletrônica que nem é tão estranha, nem tão familiar. Percussões incisivas e e grooves sólidos movem os pés dos ouvintes, enquanto vocais intrigantes encontram espaço em seus corações. Fabø é fiel ao seu processo criativo, como indivíduo ou como parte da dupla Rolldabeetz. Sua relação com os instrumentos não é entre homem e máquina, mas simplesmente de uma frequência à outra.
Sua música característica fez de Fabø um embaixador da cena house brasileira. Suas residências nos Clubs Vibe e Warung Beach Club – reconhecidos pela DJ Mag como uns dos melhores clubs do mundo – levou sua música a milhares de ouvidos e novos adeptos. Gravadoras internacionais tomaram notícia de seu trabalho e o colocaram em companhia de grandes artistas, em selos como Nurvous, Stranjjur, Electronique e sua própria Playperview.

 

Jovem na idade, experiente em seu coração, Fabo está liderando uma revolução. O Brasil o conhece, e agora é hora de todo o mundo também.

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Gustavo Bravetti

Eu sinto a multidão se conectando comigo, respondendo à minha mensagem.
Gustavo Bravetti – músico, inventor, mágico. Munido de seu característico chapéu e ostentando tecnologia, ele é um performer como nenhum outro no mundo da dance music. Para Bravetti, um live act é mais que tocar para o público – é a chance de encantar, fascinar e hipnotiza-los. Por mais de duas décadas é o que ele vem feito, da Loveparade ao Kazantip, e hoje, o futuro desse artista inovador parece mais promissor do que nunca.

 

Um pioneiro no campo de controladores alternativos, Bravetti demonstra sua paixão por conexão e interação. Em seus shows, ele brinca com a audiência, mudando sons com um aceno de mão, ou com o dobrar de seus dedos em sua famosa luva MIDI, antes de mergulhar em batidas implacáveis. Essa magia é possível graças a sua incansável preparação; em alguns casos Bravetti teve que criar sua tecnologia especializada. Essa expertise o levou a trabalhar como designer para a Native Instruments, e colaborador para os softwares da Ableton Live.

 

Porém, todas essas realizações são secundárias a seu amor fundamental pela música e arte. Inspirado em sua juventude por Kraftwerk e Jean Michel Jarre, Gustavo seguiu um caminho pioneiro em seu país natal Uruguai, eventualmente encontrando seu caminho entre os mais influentes produtores de seu tempo. Seu remix para o clássico “Greece 2000” foi selecionado pela Mid-Town Records como um destaque do álbum de retrospectiva dos 10 anos da gravadora em 2008, enquanto outros trabalhos autorais apareceram nas compilações da Pacha Ibiza e selos proeminentes dos EUA e Europa. Como um artista que não descansa sobre seus louros, sua track “Mosquito” acabou de ser lançada pela grandiosa Spinnin Records, e tocada a exaustão pelo mestre Richie Hawtin.

 

Com essas conquistas, e 23 anos de elogios musicais em suas costas, Gustavo Bravetti continua tão empolgado para criar quanto quando começou. A tecnologia atual abriu portas que ele somente imaginava no final dos anos 90, quando aprendia inglês sozinho para compreender os manuais dos sintetizadores da época. Agora, ele cria sua própria tecnologia e os implementa à frente de milhares de pessoas. Sempre desenvolvendo seu show e sua música, a mágica de Bravetti continua, e seu amor pelo seu trabalho está fundido a todos os elementos de sua vida.

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HNQO


HNQO cresceu nas ruas de Curitiba como um famoso breakdancer, guiado pelas vozes de Kool Herc e Grandmaster Flash.

 

Pouco tempo depois, ele passou a criar habilmente camadas de hit hats para batidas cheias de groove e vocais com um toque suave mas ameaçadora. Sua música toma conta de você da cabeça aos pés, com ganchos insolentes e ritmos infecciosos. Mais do que um músico, HNQO é um intérprete do passado, fundindo elementos de hip hop, jazz e outros gêneros em seu estilo muito próprio de deep house.

 

Hoje HNQO (ou Henrique, como é conhecido para os amigos) é uma das jovens estrelas em rápida ascensão na música eletrônica. Graças a estes sucessos, HNQO foi descoberto pelo inimitável Russ Yallop, e suas faixas são lançadas pela Hot Creations entre outros selos. Além disso, a marca própria de HNQO, Playperview, está vendo o sucesso internacional. Por quê? Porque a alegria e energia contagiante deste jovem talento permeia tudo o que faz, a partir de suas produções flutuantes, cheias de recursos para a pista de dança, e seus sets extremamente dançantes.

 

HNQO traz o funk, soul, e uma dose completa de realismo ao seu talento musical. Com EPs de destaque já lançados e uma série de outros ainda por vir, ele está pronto para abraçar o mundo.

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Lauren Lane

A americana Lauren Lane começou sua carreira de DJ na cena novaiorquina em 2007. Atualmente mora em Los Angeles CA, tendo residências no Sound Nightclub (Hollywood CA) e BPM Festival (México). Desde seu boom em 2010 Lauren viaja pelo mundo regularmente tocando em numerosos eventos e festivais como Coachella, EDC, Wavefront e BPM. Como produtora lançou seu primeiro EP ‘Cool Kids’ na gravadora de Nic Fanciuilli Saved Records. Ambas as faixas no EP ‘Cool Kids’ e ‘ Magic Flight’ mostraram ser de uma fundação sólida de deep house com elementos tech house que transpiram uma sensação agradável e dançante na pista. Lauren também debutou no label Visionquest com o EP “Lazer Eyez’ e na No. 19 Music com ‘Was in Luv’ ambas com vocais de Jaw (integrante do dOP), também remixou a track ‘Wild’ para Nic Fanciulli. Todos seus lançamentos receberam suporte de artistas internacionais como Seth Troxler, Carl Cox, Jamie Jones, Martinez Brothers, TEED e outros.

Lauren Lane agora é artista exclusiva da 24bit Management para o Brasil!

 

www.facebook.com/laurenlanenyc

www.twitter.com/laurenlanenyc

instagram: laurenlanequestionmark

www.soundcloud.com/laurenlane

 

 

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Leozinho

Construir sets com a mesma habilidade com que os bons contadores de histórias nos envolvem em suas narrativas: criando suspense, colocando e retirando elementos na hora certa, alternando momentos etéreos com outros de intensidade, mas sempre dosando a emoção com precisão minuciosa. O curitibano Leonardo Arlant, mais conhecido como Leozinho, é um dos poucos DJs brasileiros aos quais esta analogia se aplica à risca.

Leo começou a tocar em 1996 e foi não apenas um dos DJs pioneiros no país, como também residente de um dos clubes mais importantes para o início da cena brasileira, a Rave, de Curitiba. A vocação inequívoca para as pick-ups e a capacidade de flertar com as variantes da House Music, do Trance e do Techno no mesmo set rapidamente fizeram dele uma referência na discotecagem com vinis: dono de um grande acervo repleto de raridades, logo nos primeiros anos de carreira ele percorreu os principais clubes do Brasil e já em 2000 venceu o “Philips Expression”, torneio que reuniu grandes DJs brasileiros. Em 2004 Leozinho foi premiado como “DJ revelação” do país no prêmio da Noite Ilustrada, do jornal Folha de São Paulo.
Suas apresentações no Skol Beats fizeram com que ele adquirisse experiência também em festivais e fosse um dos poucos representantes brasileiros no line-up do Creamfields Buenos Aires, festival onde tocou em 2006. Tem no currículo apresentações em clubes e festivais conceituados de Londres, Berlim, Hong Kong, Amsterdam, Los Angeles e Ibiza.

Primeiro residente do Warung Beach Club – clube onde regularmente faz alguns dos seus melhores shows até hoje – ele ainda integra o trio Life Is a Loop e também se dedica as novas produções, ao lado de parceiros como Ricardo Albuquerque (Warung Recordings) e o brasileiro Gabe. Tanto nestes projetos como em sua carreira individual, Leozinho é um dos grandes talentos na arte de contar histórias através de suas apresentações melódicas e carregadas de experiência que, assim como na literatura, têm a valiosa capacidade de envolver e apaixonar as pessoas na pista.

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Nastia


A bela ucraniana Nastia tem sido aclamada como a grande revelação de 2013 por ninguém menos que o mestre Dubfire. Entretanto seu envolvimento com o mercado da música começou em 2006, quando foi contratada pelo festival Kazantip como DJ residente e também produtora de seu programa de rádio na famosa Kiss FM, que perdura até hoje sob a alcunha de Propaganda, também o nome do selo comandado por ela.

 

Seu estilo é inconfundível e por mais que tenha se aventurado no universo das produções, é diante das pick ups que Nastia mostra o melhor de si: mixagens seguras, sensibilidade na escolha do repertório e uma visível influência techno tornam seus sets experiências únicas de entrega e conexão entre artista e pista de dança.

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rHr.

Dos jogadores de futebol aos sambistas, o gingado é o embalo brasileiro por excelência. É dele que se nutrem os movimentos da capoeira, o ritmo do samba e também, para além de nossas fronteiras, a música latina. E é nesse fluxo constante, no ímpeto do puro movimento, que se encontra a identidade de Roni, aka rhr. Na contramão de artistas que preferem ser lembrados por uma estética musical precisa, ele tem em suas referências um leque múltiplo, perfeitamente dinâmico, daquilo que mais marcou sua infância no Morro Grande, distrito da Grande São Paulo: os tios capoeiristas e as festas em família ao som de salsa e de bolero. O calor desses momentos, incorporado pela movimentação constante de pessoas e pela variedade de espaços por onde passou, está vivamente presente, ainda hoje, em sua personalidade artística.

Roni não situa esses elementos dentro de um gênero musical, mas em sua própria leitura sonora, materializada por síncopes, texturas escuras e ambiência lo-fi – características que são apenas um fio condutor para sua musicalidade livre de amarras. Tal versatilidade foi seu primeiro dom a chamar a atenção de artistas como Danny Daze, com quem produziu um EP lançado pelo Warung Recordings, em 2016. Uma desenvoltura técnica irreprochável é a segunda virtude do paulistano de 22 anos que hoje mora em Londrina, no Paraná.

Se prodígio é um atributo concedido a muitos, mas personificado por poucos, Roni se encontra entre esta minoria: seu trabalho é reconhecido apenas três anos depois de produzir sua primeira música, em 2013. Talento legítimo, este é um artista raro que personifica o old school e o atual, o brasileiro e o mundial, a ginga e a precisão.

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Touchtalk

Original, versátil e contemporâneo: o projeto TouchTalk é formado por dois talentosos produtores brasileiros que ao decorrer de suas carreiras decidiram se unir para criarem juntos novas ideias em formato de música. Suas produções são o peso da sua marca, facilmente reconhecida e aceita pelo público.

 

Djs desde 2004 , Gabriel e Estevão se conheceram em 2009 , onde deram inicio em suas produções. Recebendo ótimos feedbacks por vários admiradores do estilo, passaram a aumentar o ritmo das produções, e em 2012 unificaram a dupla “Truati & Gabriel Castro” no projeto TouchTalk. A aceitação se reflete em sucessos como : “Got to Go” presente a mais de meses no topo de vendas da gravadora Zero Eleven (dos DJ’s e produtores Gabe, V.O.R, e Thomaz Krauze). A música também esteve durante um mês do top geral na categoria Tech-House.

Freaking” foi o primeiro release de 2015 pela norte americana Incorrect Music, gravadora referencia em musica underground com base em Chicago, tendo lançado artistas como: Solomum, Hot Since82, Vanilla Ace, Ramon Tapia, Lutzenkirchen, Whebba entre outros. Em menos de dez dias após o lançamento, Freakin” já se encontra no ranking de vendas no gênero Tech-house, e despertou atenção de artistas como Luigi Rocca e Marco Lys, onde ambos utilizaram em seus charts recentes. Esta é apenas uma mostra do que a dupla prepara para o ano de 2015.

 

Artistas como Amine Edge & Dance, Booka Shade, Kolombo, Joyce Muniz, Kyle Watson , Du Serena, Gabe, ,Luigi Rocca, Marco Lys, Vintage Culture, Matt Fear, Marcello V.O.R entre outros, dão suporte a dupla utilizando suas musicas em seus dj sets e podcasts ao redor do globo.

 

Donos de um vasto repertorio musical que semanalmente se renova, Touchtalk possui uma proposta inovadora de live set, procurando constantemente trazer novas ideias em suas apresentações. Diante das fortes referências que os influenciam e os admiram, é possível imaginar o futuro promissor desses talentos que passam de revelação nacional a headline dos principais eventos do país.

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AGENDA 2016

SOBRE NÓS

A 24bit é um coletivo de amigos e grandes colaboradores para o desenvolvimento da cultura da música eletrônica no Brasil.

A 24bit é uma agência de gerenciamento artístico sediada em Curitiba PR e comandada por três figuras carimbadas da cena sulista: Aninha (Warung/Club Vibe), Fernanda Paludo (Grupo T2/Club Vibe) e Priscila Prestes (especialista em management e bookings). Com a união de suas experiências em diferentes frentes da indústria do entretenimento, prometem oferecer um serviço único e exclusivo para os seus artistas, clientes e colaboradores. No seleto e exclusivo casting: Adana Twins (Alemanha), Aninha, Antonela Giampietro (Argentina), Boghosian, Dake, Dashdot, Do Santos, Eli Iwasa, Fabø, Gustavo Bravetti (Uruguai), HNQO, Lauren Lane (EUA), Leozinho, Nastia (Ucrânia), rHr., Rolldabeetz, Soundman Pako, TouchTalk, além de representações de algumas turnês internacionais.

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